Vírus H1N1

Abril é o mês de lançamento da campanha de vacinação contra a gripe e também marca os 10 anos da pandemia global de gripe H1N1. Em abril de 2009, a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou uma pandemia mundial de gripe H1N1, então conhecida como gripe suína. O surto global foi caracterizado por uma variante da gripe suína cujos primeiros casos ocorreram no México em meados de março de 2009. Já no registro dos primeiros casos de contaminação por vírus, o mundo estava em alerta acompanhando com apreensão as notícias sobre o surto da doença. doença em vários países, inclusive no Brasil. Acreditava-se ser a pior epidemia desde 1977 e 1978, conhecida como “Influenza Russa” e que acometeu principalmente crianças e adolescentes.

“Foi a primeira emergência de saúde pública de importância global declarada pela OMS, momento em que colocamos em prática o novo regulamento sanitário internacional, instrumento que ajuda a comunidade internacional a prevenir os graves riscos da saúde pública”, lembrou o secretário. Vigilância (SVS / MS), Wanderson Kleber, que na época coordenava a resposta nacional à pandemia de influenza na SVS e atuava como um ponto focal para as regulamentações sanitárias internacionais.

A gripe H1N1 veio no Brasil em maio de 2009, quando ocorreram 20 casos da doença nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins. Um pouco mais de um mês após a pandemia, no final de junho, 627 pessoas em todo o país estavam infectadas com o vírus. O primeiro óbito ocorreu no Rio Grande do Sul.

Em resposta à emergência da OMS, a primeira ação do governo brasileiro foi a implementação de um sistema de barreiras sanitárias à gripe em todos os aeroportos e nas capitais brasileiras. “Foi possível conhecer o primeiro caso de gripe no Brasil, que ocorreu no Rio Grande do Sul. Ele era um paciente que havia acabado de chegar ao país e foi para uma cidade do interior do estado”, disse Gerson Penna. . Foi Secretário de Vigilância em Saúde do Ministério e hoje é pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz.

Houve também um acompanhamento diário da situação, com a ajuda de estados e municípios. “O Mistério formou um Comitê de Gestão de Crise para a Influenza, formado por representantes de várias superintendências e pessoas ligadas à vigilância, trocando experiências positivas e negativas de cada caso, para conter a disseminação do vírus”, explicou. A ação foi essencial para que o Ministério da Saúde tivesse maior controle e orientação no desenvolvimento de outras medidas para conter a pandemia.

Para conter o surto da doença, intensificou-se a campanha de vacinação contra a gripe. “Na época, saímos dos centros de saúde e fomos para vários locais públicos, como shopping centers, o Partido Pepe em Barretos, ao contrário da crença popular, os mais vulneráveis eram jovens imunes à gripe.”

Outro aspecto importante que afetou a mudança no cenário de pandemia no Brasil foi a expansão dos grupos prioritários para a vacina. “Naquela época a faixa etária tinha 60 anos e, a partir de 2010, a vacinação passou a ser indicada para os grupos prioritários com maior risco de complicações, com o objetivo de contribuir para a redução da morbimortalidade associada à influenza”, disse o secretário da SVS, Wanderson Oliveira. O secretário também lembrou que o movimento contribuiu para a imunização em áreas que estavam efetivamente em risco.

A vacinação é a única maneira de garantir que as doenças erradicadas não retornem ao Brasil. “A vacina é usada para imunizar pessoas saudáveis que ainda não adoeceram, é a única possibilidade de erradicar doenças”, disse o pesquisador Gerson Penna.

Além da prevenção, o Ministério da Saúde recomendou o uso de antiviral (fosfato de oseltamivir) em todos os pacientes com síndrome respiratória aguda (SARS) e OSI (infecção por influenza) em pacientes com fatores de risco para complicações independentemente do estado de vacinação. . A indicação impactou na redução dos óbitos por doença, uma vez que o medicamento reduz a duração dos sintomas e a ocorrência de complicações da infecção pelo vírus influenza.

A campanha deste ano pretende vacinar 58,6 milhões de pessoas entre 10 de abril e 31 de maio. A novidade é a expansão da faixa etária das crianças, que agora chega a menos de 6 anos. Isso permitiu a inclusão de 2,8 milhões de crianças na campanha. Até o dia 18 de abril, crianças, gestantes e grupos mais vulneráveis a complicações causadas pela gripe são prioridade para a vacina contra a gripe.

“Precisamos entender que a vacina é um direito da criança e um dever de seus pais, que são todos pais, mães, avós, tias, professores e profissionais de saúde.” Em algumas partes do país, é necessário que o Livro de Vacinação seja para que o registro da criança e do adolescente possa ser confirmado “, afirmou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, no lançamento da campanha deste ano.

pela doença, porque a droga reduz a duração dos sintomas e a ocorrência de complicações da infecção pelo vírus da gripe.

Já começou a campanha de 2019 de Vacinação contra a gripe

A campanha deste ano pretende vacinar 58,6 milhões de pessoas entre 10 de abril e 31 de maio. A novidade é a expansão da faixa etária das crianças, que agora chega a menos de 6 anos. Isso permitiu a inclusão de 2,8 milhões de crianças na campanha. Até o dia 18 de abril, crianças, gestantes e grupos mais vulneráveis a complicações causadas pela gripe são prioridade para a vacina contra a gripe.

“Precisamos entender que a vacina é um direito da criança e um dever de seus pais, que são todos pais, mães, avós, tias, professores e profissionais de saúde.” Em algumas partes do país, é necessário que o Livro de Vacinação seja para que o registro da criança e do adolescente possa ser confirmado “, afirmou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, no lançamento da campanha deste ano.

Fonte: Luíza Tiné, blog.saude.gov.br

10 Anos do surto de H1N1: Relembre
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1 COMENTÁRIO

  1. Olá, Caion! Sou Luíza Tiné, do Blog da Saúde do Ministério da Saúde. Agradeço a divulgação da minha matéria, mas gostaria que você colocasse o crédito da matéria com meu nome. Obrigada.

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