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USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS
A promoção do uso racional de medicamentos é um componente muito importante de uma política nacional de medicamentos. Por exemplo, dado o fato de que o SUS registrou, em 1996, 318 milhões de consultas médicas e 12 milhões de internações hospitalares e, do momento que o medicamento é importante ferramenta terapêutica e muitas vezes resultante do processo de prescrição, pode-se inferir a importância dos medicamentos nesse processo

V01.N01. Anticoncepcionais Orais

V01.N02. Antiinflamatórios não esteroides: uso indiscriminado de inibidores seletivos de cicloxigenase-2
Os Inibidores seletivos de cicloxigenase – 2 (COXIB), são antiinflamatórios não-esteróides (AINE), desenvolvidos com o objetivo de manter a eficácia dos representantes não-seletivos, sem sua capacidade de lesar sítios gástricos e renais.

V01.N03. Obesidade: Evidências e fantasias
Obesidade não é apenas problema estético, mas importante fator de risco para doenças cardiovasculares, diabetes melito e outras condições. Sua prevalência tem aumentado no mundo, com notório comprometimento de crianças e adolescentes. Controle de obesidade não modifica taxas de mortalidade, mas previne e controla algumas doenças crônicas.

V01.N04. Uso Indiscriminado de Antibióticos e resistência microbiana: uma guerra perdida?
Apesar do surgimento e da disponibilização de vacinas e antimicrobianos eficazes, os germes continuam ganhando a batalha nas doenças infecciosas. Estas ainda acarretam mortes e expressiva morbidade, especialmente em paísesem desenvolvimento.

V01.N05. Depressão Maior: da descoberta à soluação?
Depressão maior é um distúrbio afetivo freqüente, sério, incapacitante e tratável. Muitas vezes não é diagnosticado e, quando o é, pode não receber manejo adequado. Cada vez mais o manejo da depressão deve ser feito no âmbito da atenção primária à saúde. Para formas mais leves de depressão, tratamentos psicológicos estão indicados. Nas formas mais graves, recomenda-se farmacoterapia, coadjuvada por abordagens psicológicas.

V01.N06. Terapia de reposição hormonal na menopausa: evidências atuais
Segundo as evidências atuais, a terapia de reposição hormonal deve ser indicada por curto prazo para controle de manifestações vasomotoras e urogenitais. Terapia de reposição estrogênica fica reservada para mulheres histerectomizadas, enquanto a associação de estrógenos e progestógenos é obrigatória em mulheres com útero in situ.

V01.N07. Manejo racional da osteoporose: onde está o real benefício?
Osteoporose é considerada um dos principais problemas de saúde pública, por sua prevalência crescente e pela associação a fraturas vertebrais e de outras localizações, com graves repercussões clínicas e sociais. O diagnóstico de osteoporose é feito por densitometria da massa óssea, que, no entanto, não tem poder preditivo de fraturas.

V01.N08. Exaqueca: mal antigo com roupagem nova
O manejo de enxaqueca engloba medidas não-medicamentosas e medicamentosas, destinadas a tratamento agudo de crises e profilaxia de novos episódios.

V01.N09. Febre: mitos que determinam conduta
Em relação à febre há mitos que se difundem entre profissionais de saúde e pacientes, entre eles os de que febre é doença que precisa ser rapidamente debelada, de que controle de febre alta previne a recorrência de convulsões, de que dipirona é mais eficaz que antitérmicos comuns e de que paracetamol em doses próximas das terapêuticas associa-se a hepatopatias. Condutas usuais se pautam por essas crenças.

V01.N10. Estatinas: uso racional na cardiopatia isquêmica
Dislipidemias (alterações nos lipídeos séricos) constituem fator de risco para aterosclerose e, conseqüentemente, doença coronariana. Dentre as medidas de prevenção primária e secundária de cardiopatia isquêmica encontra-se o uso do grupo das estatinas, agentes hipolipemiantes. Na seleção de um representante deve-se levar em conta seu benefício em desfechos clínicos (infarto de miocárdio, angina instável, morte súbita e necessidade de revascularização miocárdica), avaliado em grandes ensaios clínicos randomizados, com validade interna e sem conflito de interesses. Assim sendo, no momento atual, deve-se priorizar o uso de pravastatina, sinvastatina, lovastatina e atorvastatina em pacientes com riscos alto e moderado.

V01.N11. Manejo da hipertensão na gestação: o pouco que se sabe
Alterações de pressão arterial ocorrem em 5 a 10% das gravidezes e contribuem significativamente para sérias complicações maternas e fetais. Apesar da relevância, não há informações conclusivas na literatura sobre o tema. As parcas evidências provêm de ensaios clínicos de pequeno porte, com variados desenhos experimentais e com predominante aferição de pressão arterial, em vez da medida de desfechos clínicos relevantes para a gestante e o feto.

V01.N12. Antipsicóticos atípicos: mais eficazes, mais seguros?
Há definido benefício de antipsicóticos convencionais e atípicos em controle sintomático de esquizofrenia e transtornos psicóticos agudos. Os segundos são tão eficazes quanto os primeiros, porém têm diferentes perfis de efeitos adversos. Antipsicóticos tradicionais são comprovadamente eficazes em tratamentos de longo prazo. Novos antipsicóticos provavelmente também o são, embora a comprovação de eficácia geralmente provenha de estudos com poucas semanas de seguimento.

V02.N01. Inibidores da bomba de prótons: Indicações racionais
Os inibidores da bomba de prótons (IBP) suprimem fortemente a secreção de ácido gástrico, não demonstrando diferenças terapêuticas significativas entre os representantes do grupo. Há evidências de sua eficácia no tratamento e prevenção de manifestações e complicações de doença péptica e doença do refluxo gastrintestinal.

V02.N02. Inibidores seletivos de cicloxigenase-2 revisitados um ano depois
Em janeiro de 2004 o uso indiscriminado de inibidores seletivos de COX-2 foi tema desta discussão sobre uso racional de medicamentos. Naquele momento, sugeria-se a associação do uso prolongado daqueles antiinflamatórios a eventos adversos cardiovasculares.

V02.N03. Antiplaquetários: ainda ácido acetilsalicílico?
Ácido acetilsalicílico tem sido empregado em prevenção primária e secundária de eventos cardio e cerebro-vasculares. Vários questionamentos se fizeram a esse respeito. Haveria equilíbrio entre benefício e risco em prevenção primária?

V02.N04. Demência: evidências contemporâneassobre a eficácia dos tratamentos
O aumento da longevidade do ser humano leva à necessidade de suplantar as dificuldades inerentes à senectude, especialmente a demência, a fim de manter a qualidade de vida dos idosos. Para tal, são recomendadas diferentes medidas não-medicamentosas que podem colaborar para a autonomia dos indivíduos e a redução de algumas co-morbidades.

V02.N05. Paracetamol versus Dipirona: como mensurar o risco?
Quando dois medicamentos têm a mesma eficácia, recomenda-se o de maior segurança. Como exemplo do aproveitamento desses conceitos para orientar a prescrição medicamentosa, compara- se o risco associado a paracetamol e dipirona, quando usados em doses terapêuticas com finalidades analgésica e antitérmica. É importante mensurar a iatrogenia potencial, sobretudo quando o que motivou o tratamento são manifestações incômodas, mas pouco lesivas.

V02.N06. Contracepção de emergência: evidências versus preconceitos
A contracepção de emergência é tema que tem gerado controvérsias internacionais. Não por sua eficácia, que é inconteste. Nem por sua segurança, que é aceitável quando adequadamente administrada. As polêmicas têm sido mais de ordem ideológica e política, e muitas decisões têm sido tomadas sem o suporte das evidências médicas.

V02.N07. Erros: evitar o evitável
Erros com medicamentos são mundialmente freqüentes, acarretando potencial de risco aos pacientes, e ocorrem devido a múltiplos fatores (características dos pacientes, despreparo dos profissionais de saúde, falhas nos sistemas de atendimento à saúde, insuficiente formação graduada e educação continuada dos diferentes profissionais, polifarmácia, uso de preparações injetáveis, automedicação e outros). No sentido de prevenir ou minimizar sua ocorrência e as possíveis conseqüências aos pacientes, enfatizam-se posturas e estratégias, mais coletivas que individuais.

V02.N08. Novas insulinas: qual a real vantagem?
Comparam-se as novas insulinas usadas em terapias basal e de bolus em diabetes melito e as pré-misturas que tentam simular a secreção fisiológica de insulina endógena, em termos de eficácia e segurança, à luz da fraca evidência externa contemporânea. Mesmo assim, o panorama a que se chega contrasta com as opiniões clínicas encontradas em múltiplas publicações não controladas.

V02.N09. A volta da talidomida: qual é a evidência?
Após sua retirada do mercado em 1961, a talidomida voltou à literatura médica na última década, exibindo propriedades antiangiogênicas, antiinflamatórias e imunomoduladoras com potencial utilidade numa gama de indicações clínicas, como doenças reumáticas, neoplásicas, dermatológicas, hematológicas, inflamatórias, AIDS, caquexia, insuficiência cardíaca, meningite tuberculosa e outras. Até agora, as evidências construídas sobre seu real benefício são pobres e iniciais, sendo aqui discutidas.

V02.N10. A eficácia de Cálcio e Vitamina D na prevenção de fraturas ósseas
Nos últimos dois anos, ensaios clínicos randomizados e revisões sistemáticas conduziram à nova categorização do benefício terapêutico da associação de cálcio e vitamina D na prevenção de fraturas osteoporóticas.

V02.N11. Antidiabéticos orais: comparação entre diferentes intervenções
Este tema se destina a discutir as diferentes modalidades de antidiabéticos orais utilizados para controle do diabetes de tipo 2. Comparam-se representantes de um mesmo grupo farmacológico, medicamentos de diferentes grupos, agentes mais antigos em relação aos mais novos, associações de antidiabéticos orais versus monoterapia e antidiabéticos orais versus insulina ou dieta isolada.

V02.N12. Evidências sobre influenza aviária e o usode antivirais no acometimento humano
Aves infectadas com alguns dos subtipos do vírus da influenza A podem contaminar pessoas, causando doença com alta taxa de letalidade. Mundialmente houve um alerta para a eventualidade de uma pandemia de influenza, o que, até agora, é apenas uma possibilidade, uma vez que a transmissão do vírus entre humanos é muito limitada.

V03.N01. Constipação intestinal crônica no adulto e na criança: quando não se precisa de medicamentos
Diferentes abordagens não-medicamentosas (fibras, hidratação, atividade física, hábito intestinal regular, biofeedback, injeção de toxina botulínica, cirurgia) e medicamentosas (laxativos antigos e novos) têm sido propostas para prevenção e tratamento de um problema prevalente no mundo ocidental, tanto em adultos quanto em crianças.

V03.N02. Medicamentos essenciais: vantagens de trabalhar com este contexto
No ano em que a Rename 2006 vem a ser publicada no Brasil, constituindo um documento norteador para a assistência farmacêutica no Brasil.

V03.N03. Osteoartrose de joelhos: Parte I
Osteoartrose de joelhos é doença prevalente, com tendência a aumentar em vista do prolongamento da vida e do incremento da obesidade nos países ocidentais, a qual traz sérias conseqüências físicas e emocionais (dor crônica, incapacidade funcional, redução da qualidade de vida, risco de fraturas), bem como sociais e econômicas (diminuição da força de trabalho e custo com consultas médicas repetidas e medidas corretivas).

V03.N04. Osteoartrose de joelhos
Não há cura para a osteoartrose. A progressão da osteoartrose de joelho é a mais comum razão para substituição total desta articulação. Enquanto esta escolha não é feita, recomenda-se abordagem múltipla que envolve alternativas farmacológicas e não-farmacológicas.

V03.N05. Quanto é evidente a evidência em saúde?
“Se você quiser começar amanhã a mudar a prática e implementar a evidência, prepare-se bem: envolva o público relevante; desenvolva uma proposta de mudança que seja embasada em evidência, factível e atraente; estude as principais dificuldades para o sucesso da mudança e selecione um conjunto de estratégias e medidas em diferentes níveis ligados ao problema; sem dúvida, trabalhe dentro de seus recursos e possibilidades.

V03.N06. Sildenafil
Sildenafil – que revolucionou o tratamento da disfunção erétil por apresentar características farmacocinéticas vantajosas em relação às abordagens anteriores – também tem sido indicado para outras condições clínicas.

V03.N07. Novas opções contraceptivas
O surgimento de novas abordagens contraceptivas nos últimos 5 anos tem gerado grandes expectativas na ampliação do elenco dessas alternativas, visando maior disponibilidade de escolha pelas usuárias e, por conseqüência, aumentando teoricamente sua aceitação e adesão aos novos métodos. Para categorizar o benefício clínico das novas opções, dentro dos princípios de uso racional de medicamentos e à luz da evidência contemporânea, comparam-se diferentes categorias de métodos contraceptivos e os novos representantes ou dispositivos, segundo o quadro que segue.

V03.N08. Hormônio de crescimento
Nos últimos anos proliferam as indicações de hormônio de crescimento (HC) para múltiplas doenças e situações não patológicas. Alguns usos foram aprovados por órgãos reguladores, como para baixa estatura em crianças, idiopática ou secundária (deficiência de HC, insuficiência renal crônica, síndrome de Turner, síndrome de Pradder-Willi), crianças com pequeno peso ao nascer em relação à idade gestacional e crescimento insuficiente até os dois anos de idade, adultos com deficiência ou insuficiência de HC (por lesões hipofisárias) e perda importante de massa muscular por HIV/AIDS.

V03.N09. Asma em crianças
Inúmeras são as alternativas para tratamento medicamentoso de asma em crianças, com ênfase em agentes usados por via respiratória. Diferenciam-se as opções em tratamento de crises e de manutenção ou profilaxia de novas crises.

V03.N10. DHDA
O diagnóstico de distúrbio de hiperatividade e déficit de atenção (DHDA) precisa ser feito a partir de critérios bem definidos, bem como o de co-morbidade coexistente, já que há respostas terapêuticas diferentes em uma e outra condição. O tratamento específico por curto prazo com metilfenidato em crianças e adolescentes com DHDA parece controlar os sintomas centrais da doença, às custas de alguns efeitos adversos que comprometem o desenvolvimento estaturoponderal dos pacientes.

V03.N11. Vitamina C
A associação entre vitamina C e múltiplos processos patogênicos, com ênfase em estresse oxidativo, motivaram especulações sobre o valor da suplementação vitamínica para correção de algumas condições clínicas ligadas àqueles processos. As evidências contemporâneas apontam para benefício em poucas indicações – escorbuto e degeneração macular relacionada à idade –, predominando a falta de eficácia em inúmeras outras, tais como resfriado comum, pré-eclâmpsia, aterosclerose, hipertensão arterial, cataratas, dor e alteração de função muscular pós-exercício, demência de Alzheimer, asma brônquica e hemodiálise.

V03.N12. Antimicrobianos em dermatologia
Antimicrobianos tópicos têm sido usados no tratamento de infecções dermatológicas comuns, de leve a moderada intensidade, por serem administrados proximamente ao sítio de lesão e apresentarem menor potencial de risco.

V04.N01. Evidências sobre uso de antibacterianos
Infecções respiratórias altas, embora em sua maioria de origem preponderantemente viral, são causa mundial de uso abusivo e errôneo de antibacterianos, com deletérias conseqüências individuais (riscos, custo) e coletivas (desenvolvimento de resistência microbiana).

V04.N02. Heparinas de baixo peso molecular
Heparinas de baixo peso molecular têm sido indicadas em inúmeras doenças tromboembólicas com base em características vantajosas, tais como mais fácil esquema de administração, mais confiável relação dose-resposta, não necessidade de ajustes de dose e monitoramento laboratorial, menor incidência de trombocitopenia, menor custo global de tratamento e possibilidade de tratamento domiciliar.

V04.N03. Teriparatida: o real valor
O paratormônio humano recombinante com 34 ou 84 aminoácidos constitui nova abordagem no tratamento da osteoporose, com capacidade de aumentar massa óssea e diâmetro dos ossos e restaurar a microarquitetura óssea, assim reduzindo o risco de fraturas vertebrais e não-vertebrais em homens e mulheres pós-menopáusicas.

V04.N04. Tratamento medicamentoso antitabagismo
Há definido esforço mundial no sentido de promover a cessação do tabagismo mediante emprego de múltiplas estratégias, tendo em vista as sérias conseqüências para a saúde provenientes da aspiração direta (fumantes ativos) ou indireta (fumantes passivos) de ar poluído com a queima do tabaco.

V04.N05. Como manejar a insônia em idosos
Insônia é queixa comum que aumenta com a idade. Para seu controle, usam-se intervenções não medicamentosas e medicamentosas. As primeiras, segundo vários estudos, geram resultados similares aos fármacos sedativos.

V04.N06 Rediscutindo o uso de betabloqueadores
No que tem sido chamado de “revolução das diretrizes”, novas recomendações foram emitidas com respeito à terapia de primeira linha em hipertensão arterial.

V04.N07. Combinações em doses fixas
Algumas combinações em doses fixas (CDF) são classicamente aceitas, por aumentarem a eficácia e a segurança e reduzirem a resistência microbiana. Na atualidade, há estímulo para o desenvolvimento de novas CDF, dando como principal razão o aumento de adesão ao tratamento, conseqüentemente ao menor número de medicamentos a serem ingeridos.

V04.N08. A ética do medicamento
A ética precisa permear cenários variados e servir como decisivo determinante da correta tomada de decisão terapêutica, incluindo a prescrição de medicamentos

V04.N09. A erradicação do Helicobacter pylori
A identificação de Helicobacter pylori como agente causal ou associado a úlcera péptica, dispepsia funcional e câncer gástrico deu novo rumo ao tratamento e prevenção dessas condições.

V04.N10. Sangramento digestivo alto
Sangramento digestivo alto (SDA) constitui emergência causada por úlcera péptica, associada a infecção por H. pylori ou uso de AINE, úlcera de estresse que ocorre em pacientes criticamente doentes e ruptura de varizes esofágicas em pacientes com hipertensão portal.

V04.N11. Depressão perinatal
O balanço entre os efeitos nocivos da depressão perinatal ou do tratamento com antidepressivos, especialmente inibidores seletivos da serotonina (ISRS), sobre o feto e o recém-nascido é difícil de determinar com base nos estudos contemporâneos.

V04.N11. Interações de medicamentos
O uso não-médico do álcool é prevalente, acarretando potenciais interações com variados medicamentos, usados sob ou sem prescrição médica. Etanol também está contido em preparações de alguns fármacos, por vezes em concentrações próximas às de um drinque de bebida alcoólica.

V05.N01. Medicina paliativa
Expande-se, no mundo, o interesse pela medicina paliativa. Sendo iniciativa relativamente nova, ainda carece de pesquisas que, suficientemente, construam evidências que a embasem, bem como de políticas de saúde que consistentemente a incluam no atendimento dos pacientes em fase terminal.

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